Monday, March 31, 2008

não serei eu teu
(impreciso quanto a profundidade de um vulto)

se ambos negarmos a exigência
de fluir em oposto
na extensão do corpo que nos devora

2 comments:

Maresia said...

Abrir mortalhas e tirar os corpos da prisão, num desabafo sentido... e soltar as algemas sociais que nos paralisam de medo emocional....
Abraço

Anonymous said...

em oitos se conta uma historia e em oitos se permanece na bruma...
saber que o que nos rege não é o movimento de outrém, mas sim cada respirar nosso... ninguém pertence a ninguém... fachadas de sepultura são fachadas de ternura onde outrora se chorou...para quê...? temos de nos libertar das amarras e viver sem tentar ser...apenas inalar o sofrego ar que nos alimenta...